sábado, 10 de setembro de 2011

Ó jeii!

Só para insistir mais um pouco na piada... Agora só falta o puto columbiano!

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Um dia bem passado


Bem vim aqui dizer, já que não sou dado a grandes manifestações em público, algo extremamente cómico embora arrasador que aconteceu com a minha simples pessoa. Pensava eu, ingenuamente, que estava muito estável e feliz com a minha “alma gémea” quando sou surpreendido com uma conversa da parte da garota que despoletou no fim da minha relação. E cómica porquê? Pergunta o nerd que por alguma razão parou neste blog. Parece que quase três anos de relação podem, casualmente, ser deitados fora quando se conhece um indivíduo pela Internet, individuo esse na casa dos trinta,” trintão” portanto, bastante mais maduro que um “vintão”, como o é este ser que aqui escreve. Mas calma, as gargalhadas já se seguem. Chegou-me aos ouvidos que o seu encontro físico foi único. Bonito não é? Amor à primeira vista!

 E bem esta é a minha alegre história que, apesar de frequentemente encontrada em muitas histórias de amores destroçados, tem muito mais encanto ao se oferecem os detalhes.

Já como dizia o outro ”Deus está nos detalhes”  Amén!

domingo, 27 de fevereiro de 2011

domingo, 19 de dezembro de 2010

sábado, 18 de dezembro de 2010

sábado, 9 de outubro de 2010

Museum of XXI Century Arts, Zaha Hadid


Onde é que alguém dá a devida atenção a obras de arte expostas se o próprio espaço é um espectáculo? Este edificio, assim como a maior parte deles feito por esta arquitecta, é destinado a ser ele mesmo uma obra de arte e não um pano de fundo para elas. Isto não é arquitectura.

Dexter


If I only had feelings...

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Wandering the woods of Tondela City.

sexta-feira, 26 de março de 2010

A arte se dessacraliza

O progresso e a tecnologia são o oposto da arte. A fotografia não é uma arte. A fotografia mostra a realidade, realidade essa desprovida de beleza. A arte que se baseia no que vê perde a vertente poética, aurática e transcendente. A realidade é desinteressante. Os heróis nao são os aventureiros mas são todos aqueles que suportam o quotidiano.

Charles Baudelaire

domingo, 29 de novembro de 2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009


A minha proposta para um novo mercado municipal de Coimbra.
Problemas: Vários. Mas principalmente arranjar uma forma construtivamente coerente e vá "bonita" (um designio que poucos gostam de usar mas que é essencial) para suportar as minhas palas de 50 metros de vão.
Acho que a relação com o envolvente está relativamente bem resolvida, porque um aspecto imporante, e que o mercado actual não tem, é um edificio interessante em cobertura, visto ser apreciado da alta da cidade. Pela imagem vê-se como o lote de terreno situa-se num vale de visibilidade acentuada não podendo ser descorado a importância arquitectonica de algo possivelmente lá construido.

domingo, 11 de janeiro de 2009

Afinal até que o Autodesk Viz dá para fazer umas coisas engraçadas. Olhem só a nossa Casa Rebelo em versão futurista. Quem disse que a chapa de metal nunca seria um revestimento?

sábado, 10 de janeiro de 2009

Quem é que se consegue chamar de artista sem ter uma figura destas?

sábado, 3 de janeiro de 2009


Mata desconhecida do Botânico.

terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Acho interessante como a opinião de tamanha obra arquitectónica altera consoante a estética patente no olhar de um verdadeiro arquitecto. Um verdadeiro arquitecto chamar-lhe-ia o auge da construção onde o parelelo entre a escultura e a arquitectura se desvanece, onde arte pública se funde com espaço interior, onde o real parte para o metafísico.



Ou então é considerado simplesmente um “cagalhão”!

domingo, 14 de dezembro de 2008


Será que se pode chamar de arquitectura ao espaço criado ambigua e abruptamente de forma a criar um espaço confortável através do poder da auto-negação?

Encontrei um lugar mágico.
Conhecem-no como o sótão abandonado do departamento.
Muitos não o conhecem, uns têm medo e outros fazem ouvidos mocos.
No entanto, calcando aquele soalho que range três vezes a cada passo e perdendo de vista o número de portas dificilmente iluminadas pelo lusco fusco, revemos muitos sinistros cenários de muitas sinistras películas.
O local chama à fotografia.